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sábado, 7 de novembro de 2026
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Economia

Pastagem: agropecuária de Mato Grosso está em estado de emergência

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Com pastos cada vez mais fracos, Mato Grosso está vivendo, nos últimos meses, uma situação considerada “estado de emergência” na agropecuária. Mesmo iniciando a estação das águas, muitas pastagens continuam morrendo, o que interfere diretamente na economia do estado, afetando no abate, no preço da carne e, consequentemente, na mesa do consumidor.

De acordo com o pecuarista Fernando Porcel, esta é uma situação que há tempos não era vista no Estado. Ele relata que após mais de 200 dias de seca, o capim começou a brotar, no entanto, os pastos passaram a sofrer um novo problema.

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Os pecuaristas de Juara, região de grandes rebanhos, enfrentam os mesmos problemas. O criador e presidente da Acrivale (Associação dos Criadores do Vale do Arinos), Sebastião Moreira diz que, no começo, acreditavam a deficiência no pasto era culpa da seca, mas que o problema persiste.

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“Os criadores que ainda têm gado gordo estão tentando ofertar para o abate. Já quem tem gado magro, que é a maioria, está tentando ração específica para não perder o que têm”, comenta revelando que o mercado está analisando essa situação (estado de emergência). “No começo era a seca, agora é a chuvas. Onde está o problema,” questiona.

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Dados da vacinação revelam que Mato Grosso supera a marca de 27 milhões de cabeça de gado e se caracteriza o Estado com o maior rebanho bovino do Brasil.

 

 

 

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