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sábado, 7 de novembro de 2026
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Economia

Fiscalização em MT reprova 11 itens durante Operação Natalina

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A Operação Natalina desencadeada pelo Instituto de Metrologia e Qualidade do Estado de Mato Grosso (Imeq-MT), no início deste mês, apresenta um indicativo acima do esperado. Dos 177 produtos examinados, 6,21% foram reprovados, a maioria deles por peso fora da conformidade. A expectativa dos técnicos era de que o índice de reprovação ficasse entre 2,5 e 4,0%. Um dos produtos não apresentava histórico de reprovação.

"Devido o indicador estar acima do esperado, a Operação de Natal vai continuar. A equipe do Imeq continuará em campo analisando os produtos da época e as empresas serão notificadas para se adequarem", informou Bento Gonçalves Bezerra, coordenador de Fiscalização do Imeq.

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Foram 11 itens reprovados, entre eles chocotones, panetones cristalizados e os originais, chester de azeite e ervas, perus, tender e mini tender desossados e vinho espumante. Os produtos em questão não refletem o peso conforme especificado na embalagem. No caso da carne, a Portaria 019 do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) obriga que a indústria indique o peso da embalagem e o ponto de venda o peso liquido. Ou seja, o peso da embalagem deve ser diminuído do peso bruto para resultar no peso líquido do produto. O problema, segundo as análises, consistia no peso líquido.

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Quanto ao espumante em questão, de 750 ml, apresentava diferença no quantitativo. A novidade é que o referido produto não apresentava histórico de reprovação. "Ainda assim, das 12 marcas analisadas apenas uma foi reprovada no individual", avaliou o coordenador da fiscalização.

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Segundo o Imeq, as empresas serão notificadas e deverão se manifestar em 10 dias. "O Instituto de Metrologia vai analisar, mas não deixará de penalizar o fabricante. A manifestação serve como atenuante".

A Operação de Natal aconteceu na primeira semana de dezembro nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Jaciara, Juína e Alta Floresta. Devido o resultado, agentes fiscais continuarão de olho nos produtos.

 

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