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quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Economia

Sinop: aumento para funcionários de madeireiras ainda não foi definido

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Os Sindicatos dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil e Mobiliário (Siticon) e dos sindicatos patronais (Sindusmad e Sinduscon ) ainda não concluíram acordo quanto ao reajuste salarial dos profissionais de madeireiras e construção civil de Sinop e região. Em nota, o presidente do Siticon, Eder Pessinde, destacou que “até o presente momento não houve, por parte do Sindusmad e Sinduscon, quaisquer pronunciamentos, agendamento de reunião ou formulação de propostas relativas à pauta de reivindicações encaminhada pelos sindicatos de trabalhadores, o que compromete por mais uma vez a aplicação de percentuais de aumento salarial na folha de pagamentos do mês de maio”.

As categorias, conforme Só Notícias informou, pleiteiam o reajuste de 17%, além de “pisos salariais condizentes com as realidades dos trabalhadores, fornecimento de cestas básicas de alimentos, adicional de anuênio (que é um interesse dos empresários também) e a continuidade dos itens já conquistados há longa data”, acrescenta.

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Em nota, Pessine orienta ainda aos empresários que “apliquem os reajustes possíveis para os trabalhadores empregados em suas empresas e, aqueles que desejarem regulamentar os reajustes e demais benefícios de sua folha de pagamentos, podem optar por acordos coletivos de trabalho, com homologação junto ao Ministério do Trabalho, bastando solicitar a realização da reunião com o sindicato”, finaliza.

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Ano passado, conforme Só Notícias informou, para os funcionários de madeireiras, ficou definido o percentual de 7% durante as negociações. Os seguintes pisos ficaram estabelecidos: R$ 560 para nível 1. R$ 616 para nível 2, R$ 660 para o 3 e R$ 677,6 para o 4. Já para a construção civil, o piso atual é de R$ 581,40 para servente. Já para funcionários de cerâmicas, olarias e artefatos de cimento, é de R$ 600 para ajudante, R$ 700 meio oficial e R$845,30 para profissional qualificado.

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De acordo com o sindicato, nas cidades abrangidas, a estimativa é que o número de funcionários de madeiras ultrapasse 2,5 mil. Já na construção civil, 2 mil.

 

 

 

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