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sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Economia

Rendimento médio do trabalhador cresceu 2,74% em janeiro

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O rendimento médio real da população ocupada cresceu 2,74% em janeiro, no confronto com o mesmo mês de 2010, para R$ 1.672,20. Na comparação com dezembro de 2010, houve aumento de 0,66%. Os dados, divulgados nesta sexta-feira (17), fazem parte da PME (Pesquisa Mensal de Emprego), realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nas seis principais regiões metropolitanas do País.

Rendimentos por região
Frente a dezembro do ano passado, das seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE, houve alta no rendimento médio real da população ocupada em cinco delas.

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O rendimento médio real habitual dos trabalhadores na análise regional, em relação a dezembro, subiu em Recife (7,32%), em Salvador (2,97%), em Belo Horizonte (1,73%), São Paulo (0,07%) e Porto Alegre (3,96%).

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Por outro lado, houve queda somente no Rio de Janeiro (1,65%). Na comparação com janeiro de 2010, houve acréscimo em Recife (2,5%), Salvador (16,6%), Belo Horizonte (6,4%) e São Paulo (2,2%). Rendimento ficou estável no Rio de Janeiro e Porto Alegre.

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Renda por atividade econômica
No confronto anual, dentre as atividades econômicas analisadas, o maior aumento no rendimento médio real habitualmente recebido foi no referente à construção, com avanço de 13,8%.

Em segundo e terceiro lugares ficaram serviços domésticos e indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água, alta de 5,0% e 3,8%, respectivamente. Em seguida vem o item classificado como ‘outros serviços", que contempla alojamento, transporte e limpeza urbana, com alta de 3,0%. População ocupada; comércio reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis; e educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social, cresceram 2,7%, 1,6% e 1,4%, respectivamente.

Por outro lado, foi observada queda em serviços prestados à empresa, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira, com recuo de 1,5%.

 

 

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