Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Economia

Dólar tem 2ª queda seguida e fecha a R$ 3,491

Compartilhe Facebook X Texto

O dólar comercial teve a segunda queda seguida nesta segunda-feira (6), caindo 0,98%, a R$ 3,491 na venda. É o menor valor de fechamento desde o dia 12 de maio, quando o dólar havia fechado a R$ 3,473. 

Com isso, a moeda norte-americana acumula queda de 3,37% no mês e desvalorização de 11,59% no ano. O dólar havia encerrado a semana passada com desvalorização de 2,38%. 

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Os investidores ficaram de olho no discurso da presidente do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano), Janet Yellen.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémConta de água fica 2,76% mais cara em município do Nortão  

Yellen disse que aumentos dos juros provavelmente estão a caminho, embora o relatório de emprego fraco do mês passado mereça atenção.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

Investidores aumentaram as apostas de que Fed vai esperar até setembro para subir os juros. Essa seria a única elevação da taxa neste ano. Yellen havia sinalizado previamente a possibilidade de subir os juros já neste mês.

A alta dos juros nos EUA poderia atrair para lá recursos atualmente investidos em outros países onde as taxas são maiores, como é o caso do Brasil.
A alta do preço das matérias-primas no exterior também deixava o mercado mais otimista.

"O panorama global continua mais positivo hoje e isso favorece o real", disse o operador da corretora Intercam Glauber Romano à agência de notícias Reuters.

No Brasil, o foco continuava sendo o cenário político. Segundo a revista "IstoÉ", o ex-presidente da Odebrecht Marcelo Odebrecht teria afirmado, em acordo de delação premiada no âmbito da operação Lava Jato, que a presidente afastada Dilma Rousseff cobrou pessoalmente doação de campanha não informada à Justiça. Dilma tem negado qualquer envolvimento com esquemas de corrupção.

De maneira geral, investidores veem notícias que reduzam as chances de Dilma voltar ao poder ou piorem as perspectivas para seu partido, o PT, nas eleições seguintes como algo positivo.

Muitos criticam as políticas adotadas durante seu primeiro mandato como importante fator na origem da crise econômica atual.

Já notícia do jornal "Folha de S.Paulo" de que o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, teria agido para obter recursos desviados da Petrobras (PETR4) em troca de favores para a empreiteira OAS provocava reações negativas junto ao mercado financeiro. Em nota, Alves disse que todas as doações recebidas em 2014 foram registradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral.

Dois ministros do governo do presidente interino Michel Temer já deixaram os cargos em meio a escândalos e investidores temem que a instabilidade política dificulte a aprovação de medidas de cortes de gastos no Congresso.

"O mercado está operando na base do cada dia é um dia, porque todo dia você pode abrir o jornal e ver algo que muda todo o jogo", disse o operador da corretora B&T Marcos Trabbold à Reuters.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Economia

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé