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sábado, 7 de novembro de 2026
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Economia

Bolsa cai e dólar aproxima-se de R$ 4,05 um dia após país ter nota rebaixada

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No dia seguinte ao rebaixamento do Brasil pela agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P), a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve uma pequena queda e a moeda norte-americana voltou a passar de R$ 4. O dólar comercial fechou esta quinta-feira (18) vendido a R$ 4,049, com alta de R$ 0,055 (1,38%). A cotação, no entanto, está menor que a de terça-feira (16), quando o dólar tinha fechado em R$ 4,071.

A cotação abriu em queda. Na mínima do dia, por volta das 9h30, o dólar chegou a ser vendido a R$ 3,98. A partir das 10h, a moeda começou a subir e voltou a ser vendida acima de R$ 4. O dólar caiu no início da tarde, mas aumentou novamente e fechou próximo da máxima do dia. A divisa acumula alta de 0,6% em fevereiro e de 2,56% neste ano.

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Na Bolsa de Valores, o dia foi de queda, após quatro altas seguidas. O Ibovespa, índice da Bolsa de São Paulo, caiu 0,42%, fechando em 41.457 pontos. Durante quase toda a sessão, o indicador operou em queda, mas próximo da estabilidade.

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As ações da Petrobras, as mais negociadas, puxaram a queda depois de subirem quase 8% ontem (17). As ações ordinárias (que dão direito a voto em assembleia de acionistas) caíram 2,06% nesta quinta-feira, para R$ 6,64. As ações preferenciais (que dão preferência na distribuição de dividendos) recuaram 1,92%, para R$ 4,59.

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Nas últimas semanas, as commodities (bens primários com cotação internacional) têm caído fortemente por causa de dados que mostram a desaceleração da economia chinesa. No caso do petróleo, o problema é agravado pela resistência de países em reduzir a produção.

A retração da China, a segunda maior economia do planeta, prejudica países exportadores decommodities, como o Brasil, porque reduz a demanda global por matérias-primas e produtos agrícolas. Com as exportações mais baratas, menos dólares entram no mercado brasileiro, empurrando para cima a cotação da moeda norte-americana.

Além do cenário internacional, os negócios foram afetados pelo novo rebaixamento do Brasil pela S&P. Em nota, a agência informou que os desafios políticos e econômicos enfrentados pelo país persistem e que agora espera um processo mais longo de ajuste econômico, com prolongamento da recessão e correção mais lenta da política fiscal.

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