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quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Esportes

Botafogo vence Atlético e pega Corinthians na semifinal da Copa do Brasil

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Mais uma vez o Botafogo saiu vitorioso de um confronto contra o Atlético-MG pela Copa do Brasil. Em um jogo nervoso, o Alvinegro derrotou o Galo por 2 a 0, no Engenhão, e se garantiu nas semifinais da competição. Os gols foram marcados por Wellington Paulista e Alessandro. Na seqüência, o Botafogo enfrentará o Corinthians.

Como já era de se esperar, o jogo começou tenso, com muitos erros de passe de ambos os lados. O trio de zaga alvinegro tinha dificuldades de conter o veloz ataque do Galo. Tanto que logo aos cinco minutos o Atlético criou duas boas chances de abrir o placar, através de Marques e Almir.

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Aos poucos, porém, Jorge Henrique e Lucio Flavio se soltaram mais e o Botafogo passou a explorar o lado esquerdo da defesa do Atlético-MG com freqüência. Em um bom lançamento, Zé Carlos recebeu em posição legal, chegou a driblar o goleiro Juninho, mas o assistente assinalou impedimento.

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Apesar do maior volume de jogo, o Glorioso continuava a ceder espaços para o Galo. Aos 24 minutos, Danilinho recebeu bom passe de Petkovic, avançou livre em direção a Renan, mas chutou fraco, nas maõs do goleiro. Logo depois, veio a resposta do Glorioso: ao tentar cortar o cruzmento, o zagueiro Vinícius cabeceou contra sua meta, e obrigou Juninho a fazer grande defesa.

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Até o fim da primeira etapa, o Botafogo era melhor, mas esbarrava na falta de pontaria, e sobretudo, de tranqüilidade para concluir. O próprio Túlio, no intervalo, reconhecia a dificuldade.

– Temos que botar a bola no chão e jogar. Esse primeiro tempo foi nervoso, mas temos que melhorar.

Mas não adiantou. O Botafogo começou o segundo tempo desligado. Tinha dificuldades para sair jogando e dava chance ao Atlético-MG nos contra-ataques. Mesmo assim, o Alvinegro Carioca saiu na frente. Em jogada ensaiada de escanteio, Zé Carlos cabeceou e Wellington Paulista ainda esticou o pé para conferir.

A partir daí, a torcida se incendiou e passou a empurrar o Botafogo a marcar o segundo. Mesmo com a desvantagem, o Atlético mostrava dificuldades de passar do meio-de-campo. Logo, o técnico Geninho mexeu no time. Saiu Almir e entrou o atacante Vanderlei, que passou a jogar mais enfiado, recuando Marques e Danilinho para buscar o jogo.

Desorganizado, o Galo esbarrava na falta de qualidade para trocar passes e o Botafogo criava boas chances nos contra-ataques. Numa delas, Lucio Flavio recebeu sozinho, mas não dominou bem e despediçou o ataque.

Geninho ainda tentou dar mais movimentação à sua equipe, mas de nada adiantava. Quando o placar parecia sacramentado, Alessandro apareceu na direita para completar, de chapa, cruzamento da esquerda, aos 47 minutos. Festa da torcida alvinegra, que, aliviada, pôde comemorar a classificação para as semifinais.

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