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sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Esportes

Andrés Sanchez não é mais diretor de seleções da CBF

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Na manhã desta quarta-feira, por volta das 10 horas (de Brasília), Andrés Sanchez entregou a sua carta de demissão do cargo de diretor de seleções ao presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, confirmando o que já se especulava nos dois últimos dias.

Andrés Sanchez foi pego de surpresa na última sexta-feira, quando o técnico Mano Menezes, um dos seus nomes de confiança na entidade máxima do futebol brasileiro, foi demitido da Seleção Brasileira. O diretor afirmou que não concordou com a decisão de Marin e deixou o seu futuro na CBF em aberto.

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Na coletiva de imprensa sobre a demissão de Mano, Andrés Sanchez, visivelmente irritado e incomodado, revelou que foi "voto vencido" nesta decisão, mas que respeitou a ordem hierárquica da CBF. De acordo com o agora ex-diretor, Mano Menezes estava "no meio do trabalho" e não deveria sair.

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Contrariando Sanchez, o presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF) e vice da CBF, Marco Polo Del Nero, afirmou que "não houve votação para definir a saída de mano". Segundo Del Nero, a decisão foi tomada única e exclusivamente por Marin, que estava insatisfeito com o rumo que a equipe canarinha estava tomando para a disputa da Copa das Confederações de 2013 e a própria Copa do Mundo de 2014.

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De acordo com as informações dos bastidores, Andrés Sanchez, amigo pessoal de Lula, agora deverá seguir para a Secretaria de Esportes da cidade de São Paulo, na gestão do prefeito Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores (PT), a partir de 2013.

Ainda segundo as informações, Raí deve ser o substituto de Andrés Sanchez na direção de seleções, alteração aprovada pelo próprio ex-corintiano. Carlos Alberto Parreira, campeão em 1994 com a Seleção como técnico, também está cotado. Antes de deixar a CBF, Sanchez ainda revelou que "Felipão está apalavrado com Marin", que deve anunciá-lo como o treinador do Brasil a partir de janeiro.

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