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sábado, 7 de novembro de 2026
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Esportes

Marin vê omissão da comissão técnica como justificativa para fiasco na Copa

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A goleada de 7 a 1 sofrida para a Alemanha no Mineirão, que encerrou a instável trajetória da Seleção Brasileira na última Copa do Mundo, ainda tenta ser explicada pelos membros da CBF. O presidente da entidade, José Maria Marin, criticou a postura do comandante Luiz Felipe Scolari e afirmou que a omissão da comissão técnica foi determinante para a construção do desastre em solo mineiro.

Na concepção do mandatário, Felipão deveria ter tomado duas medidas de precaução no compromisso com a Colômbia, em partida válida pelas quartas de final do principal torneio do futebol mundial. Marin disse que o certo seria preservar Neymar – vítima de uma joelhada de Zúñiga, que tirou o camisa 10 verde-amarelo da Copa – e também Thiago Silva. Porém, o presidente se equivocou ao tratar da substituição do capitão, uma vez que o defensor já havia sido punido com cartão amarelo quando o esquadrão canarinho marcou o segundo gol e fechou a vitória por 2 a 0.

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“Quando fizemos 2 a 0 contra a Colômbia, com gol de falta do David Luiz, a providência imediata naquele instante seriam as substituições de Neymar, que não tinha se machucado ainda, e Thiago Silva. Ambos tinham cartão amarelo. Foram detalhes decisivos. Houve omissão da comissão técnica. Alguém deveria ter percebido isso”, disparou, ainda que equivocado, em entrevista ao SporTV.

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Adiante, Marin preferiu não detalhar o fiasco ocorrido em Belo Horizonte, mas expôs o panorama observado nos dias que antecederam o compromisso diante da formação germânica, que ficou com a taça. “Neymar, além da sua ausência importantíssima dentro de campo, gerou um impasse psicológico. A Seleção Brasileira ficou abalada, e nem preciso dizer o que houve em seguida”, enfatizou.

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Assim, o presidente da CBF enxerga os Jogos Olímpicos de 2016 como uma alternativa de redenção por parte dos canarinhos, que ainda tentam minimizar o fiasco apresentado no Mundial. “Nossa responsabilidade ficou maior, pois não pudemos dar uma grande alegria ao povo brasileiro, que é merecedor. Além disso, é uma conquista que não conta em nosso currículo futebolístico. Ou seja, oportunidade imensa”, findou.

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