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domingo, 8 de novembro de 2026
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Saúde

Equipe da Vigilância Estadual chega a Lucas do Rio Verde para investigar casos de alergia

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A secretaria municipal de Saúde de Lucas do Rio Verde se reuniu hoje com representantes do Escritório Regional de Saúde de Sinop e da Vigilância em Saúde do Estado de Mato Grosso. A vinda das equipes foi motivada pelo surgimento de lesões de pele, principalmente, em crianças que tiveram algum contato com grama. O primeiro caso foi registrado no final do mês de julho, em um paciente que esteve na Praça José Ivo Dotto, conhecida como praça do Bandeirantes.

O coordenador do Centro de Informações Estratégias em Vigilância em Saúde (Cievis – MT) Menandes Neto explicou que o objetivo da vinda ao município foi auxiliar o poder público local nas investigações, a fim de dar uma resposta rápida a população. “Estamos em Lucas do Rio Verde, colhendo as primeiras informações, analisando todas as possibilidades que podem estar relacionadas a contaminações ambientais e também a possíveis alergias a pólen, ou qualquer outra substância”.

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Na última semana, o município interditou a praça do Bandeirantes, para investigar as possíveis causas da alergia. Após o processo de coleta de dados e sanitização, o local foi reaberto a população. Segundo a secretária municipal de Saúde, Fernanda Heldt Ventura, os sintomas estão relacionados a um tipo de alergia, com manchas vermelhas na pele, principalmente, em áreas de dobra e coceira.

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“Felizmente, os sintomas duram poucos dias, mas ao primeiro sinal é importante que o paciente procure uma unidade básica de saúde, para que receba os cuidados necessários e a gente possa ter o registro com o número de casos no município”, afirmou, por meio da assessoria.

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Além da reunião na Vigilância, as equipes visitaram a praça do Bandeirantes, a fim de analisar o local e identificar algum possível agente causador. Os profissionais levantaram outras hipóteses, que serão investigadas.

A diretora do Escritório Regional de Saúde de Sinop, Elaine Alves da Silva, ressaltou que é preciso levantar todas as informações e buscar algo que seja comum aos locais onde as pessoas, possivelmente, foram contaminadas. Depois do registro dos primeiros casos no Bandeirantes, surgiram relatos de pacientes que tiveram contato com a grama ou areia em outros espaços públicos do município, ampliando a área de investigação.

“A Secretaria de Estado de Saúde está aqui pra apoiar o município, precisamos coletar informações para que a gente possa analisar. Vimos que temos pontos em comum, como é o caso da grama, atingiu crianças e adultos. Então, todas essas características, a gente traz para uma planilha, traz para os protocolos, para que a gente consiga dar o encaminhamento ideal”, finalizou a diretora.

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