Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Home › Saúde
Saúde

Entidades médicas criticam Programa Mais Médicos

Compartilhe Facebook X Texto

Entidades médicas criticaram o Programa Mais Médicos, lançado hoje (8) pelo governo federal. Em nota, a Federação Nacional dos Médicos (Fenam) informou que o piso salarial dos médicos, estipulado pela própria entidade, é R$ 10.412 para 20 horas semanais de trabalho. Enquanto isso, o programa prevê pagamento de bolsa de R$ 10 mil para 40 horas semanais.

Para a Fenam, o Mais Médicos é exploração e precarização do trabalho médico, além disso, a entidade critica a contratação de médicos formados em outros países sem que sejam aprovados no Exame Nacional de Revalidação de Diplomas (Revalida). "Abster-se do Revalida é mais um artifício para manter mão de obra escrava, pois o profissional fica retido em uma certa localidade, sem poder se afastar", diz o presidente da Fenam, Geraldo Ferreira, em nota.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Outra nota divulgada por várias entidades médicas, entre elas o Conselho Federal de Medicina e a Associação Médica Brasileira, diz que a vinda de médicos estrangeiros sem aprovação no Revalida é uma medida irresponsável e expõe a parcela mais carente e vulnerável da população aos riscos decorrentes do atendimento de profissionais mal formados e desqualificados.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémMais de 9,3 mil pessoas já emitiram carteira digital de doador de sangue em MT

As entidades também ressaltam que o formato de contratação de médicos é "sem garantias trabalhistas expressas, com contratos precários e com uma remuneração não compatível com a responsabilidade e exclusividade".

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

Os médicos ainda desaprovam a criação do segundo ciclo do curso de medicina, medida que vai exigir a atuação de alunos que entrarem no curso de medicina a partir de 2015 por dois anos no Sistema Único de Saúde (SUS) para receber o diploma.

"Trata-se de mais uma forma de exploração do governo quando aborda a extensão do curso de medicina, pois as últimas etapas da graduação exigem o estágio e, após a graduação, o formando ainda dedica de três a cinco [anos] em especializar-se em uma residência médica", disse em nota o presidente da Fenam.

A entidade divulgou que na quinta-feira (11), se reunirá com todas as lideranças sindicais do país para traçar os próximos passos do movimento contra o Mais Médicos e não descarta ações judiciais e uma possível greve.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Saúde

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé