Sob protestos, Santos vence lanterna Atlético-GO e segue vivo no Brasileirão
Teoricamente, ocupar a terceira colocação do Campeonato Brasileiro é motivo para comemoração. Não é o caso do Santos. Enfrentando o lanterna Atlético-GO, o Peixe voltou a jogar mal na tarde deste domingo e foi alvo de protestos dos mais de 4 mil torcedores presentes na Vila Belmiro. Mesmo assim, a equipe comandada por Levir Culpi, que ‘quase’ foi demitido na última sexta-feira, conseguiu vencer por 1 a 0, com gol de Ricardo Oliveira.
Com a vitória, o alvinegro chegou aos 53 pontos e diminuiu a diferença para o líder Corinthians, que tem 59 e entrará em campo só nesta segunda, contra o Botafogo, no Rio de Janeiro. O Atlético-GO, por sua vez, segue em último, com 26 pontos e vai ficando próximo da queda para a Série B.
No próximo sábado, às 17h (de Brasília), o Santos encara o clássico contra o São Paulo, no Pacaembu, pela 31ª rodada do Brasileirão. No domingo, às 18h, o lanterna visita o Vitória, no Barradão.

Mesmo com o Santos controlando as ações desde o primeiro segundo, a partida começou em ritmo bem lento na Vila Belmiro. Porém, aos 11 minutos, o Peixe fez uma pequena ‘blitz’ na área do Atlético-GO. Após receber belo passe de Zeca, Serginho cruzou e a bola passou por todo mundo. No rebote, Jean Mota fez novo cruzamento, Ricardo Oliveira deu um leve toque e a redonda ficou limpa para Copete. Dentro da pequena área, o colombiano bateu em cima de Marcos e desperdiçou a chance de abrir o placar.
Apesar da pequena pressão e do domínio no meio, a equipe comandada por Levir Culpi não chegava com grande ímpeto do gol do Dragão, que praticamente colocou todo o time no campo de defesa, deixando o confronto sonolento.
Aos 26 minutos, porém, um lance confuso reanimou a partida na Vila. Após cruzamento de Andrigo na área, Lucas Veríssimo matou no peito, não afastou e deixou Vanderlei pegar a bola. O árbitro Pericles Bassols interpretou como recuo e marcou tiro livre indireto. Na cobrança, Walter soltou uma bomba em cima de Copete, que afastou o perigo em cima da linha.






