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domingo, 8 de novembro de 2026
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Economia

Chineses avaliam construir fábrica de aminoácidos em Nova Mutum ou em Cáceres

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A delegação de chineses de um grupo empresarial esteve em Cuiabá, Nova Mutum e Cáceres avaliando investimento para construir fábrica de aminoácidos com base no milho com investimento previsto de 600 milhões de Dólares. Eles também manifestaram interesse o uso de biomassa nas indústrias, que é a principal fonte de energia limpa para fazer as caldeiras das fábricas funcionarem, geralmente oriunda de matéria orgânica vegetal, como o cavaco de madeira, resíduos das serrarias, eucalipto, palha de arroz, capim, bagaço de cana, dentre outros. Diferente da China, que utiliza o carvão, que é combustível fóssil, para gerar energia nas indústrias. Contudo, a legislação chinesa não permite usar produtos como o cavaco de madeira, como biomassa para energia térmica.

Além disso, os preços competitivos da saca de milho em Nova Mutum também foi ponto positivo, informa a secretaria estadual de Desenvolvimento Econômico, que acompanhou as visitas e a superintendente de agronegócios da secretaria Linacis Silva, manifestou que em Cáceres onde o governo está implantando a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) os chineses perceberam que o local facilitará muito a exportação e o acesso mais facilitado ao gás natural, pela proximidade com a Bolívia também chama atenção. “O uso da biomassa possibilita eles aumentarem a produção, já que conseguirão produzir outros produtos necessários para produção dos aminoácidos, não necessitando de importar. Por ser também o maior produtor de milho do país, o estado pode ter a preferência”, explicou.

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Contudo, o aval que vai definir se a fábrica de aminoácidos poderá ser instalada em Mato Grosso ou não também depende do governo chinês. O projeto tem perspectiva de produção anual de vários aminoácidos de cerca de 350 mil toneladas, subprodutos de cerca de 200 mil toneladas, gerando cerca de mil empregos no Estado.

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Eles tiveram audiências com o vice-governador Otaviano Pivetta, o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda e prefeitos.

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