Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Opinião

“Sempre haverá Paris”

Compartilhe Facebook X Texto

Essa é a famosa frase de Rick Blaine, personagem interpretado por Humphrey Bogart (1899-1957), ao se despedir de seu grande amor, Ilsa Lund, na pessoa da belíssima Ingrid Bergman (1915-1982), quando ela parte de Casablanca com o marido, Victor Laszlo — papel vivido pelo ator Paul Henreid (1908-1992) —, que julgara morto em combate. Ilsa gostaria de permanecer com Rick, mas fora deflagrada a Segunda Guerra Mundial. E Laszlo, um forte na resistência tcheca ao Moloch nazista, precisava, e muito, do potente apoio dela.

Várias interpretações foram dadas às palavras de Blaine. Eu as entendo, dadas as circunstâncias, como: sempre haverá Amor, coragem, beleza, satisfação… enquanto houver Paris, onde os protagonistas do filme Casablanca1 (1942) se conheceram e muito se amaram.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Jamais deixará de existir, ipso facto, o espaço poético na linguagem humana, mesmo que seja técnica, à qual constantemente falta alguma coisa. Desse modo, “sempre haverá Paris”.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémO Brasil produz como em 1958

Afirmava o filósofo grego Teócrito (aprox. 320-250 a.C.): “Enquanto há vida, há esperança”. Ora, a nossa existência verdadeira é eterna. Portanto, sempre haverá Esperança. “Sempre haverá Paris” enquanto houver Amor.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
[email protected] — www.boavontade.com
 

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Opinião

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé