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quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Economia

Preço da cesta básica registra quinta queda consecutiva em Cuiabá

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Seguindo tendência de queda, observada nas últimas cinco semanas, o indicador da cesta básica em Cuiabá registrou retração, dessa vez, de 1,47% no seu valor no comparativo com a semana anterior, passando a custar R$ 767,54. A baixa de R$ 11,46 no preço foi puxada por nove dos 13 itens que compõem a cesta na capital.

Os dados divulgados pelo Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio (IPF-MT) mostram um valor bem abaixo do registrado na segunda semana de janeiro, quando atingiu a marca de R$ 811,07, máxima histórica desde março de 2022.

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“A tendência de queda no valor faz com que o nível de preços favoreça ainda mais o consumo das famílias, assim como possíveis variações futuras de crescimento podem impactar em menor grau o índice da cesta básica”, explicou o superintendente da Fecomércio-MT, Igor Cunha, ao destacar a normalização da rotina da população após os períodos de festividade.

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Os dados do IPF-MT revelam que todos os alimentos com maiores variações apresentaram queda nesta semana, com destaque para a batata, que apresentou recuo de -7,83%, custando em média R$ 5,99/kg. A retração no preço pode estar relacionada a uma colheita que se mantém estável, o que faz com que a oferta seja maior, influenciando nos preços ao consumidor.

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“A grande parte dos alimentos de composição da cesta se mostra em queda essa semana, com influência climática sobre alguns itens, além de uma estabilização na oferta e demanda após uma rotina de consumo mais forte no fim de ano”, completou Igor Cunha.

O tomate voltou a registrar queda no preço, de -5,92%, depois de apresentar alta de 6,04% na semana anterior. Na primeira semana do mês, o produto chegou a registrar recuo de -20,73%, o que pode ter relação com o aumento da colheita de verão, o que intensifica a disponibilidade do fruto no momento.

Já o açúcar, que apresentou retração de -5,39% e acumulou o segundo recuo consecutivo, pode ter essa tendência explicada pela continuidade de uma demanda mais baixa na indústria e no campo, direcionando para preços mais baixos nas negociações, o que chega ao consumidor final.

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